
Entenda a Depressão a partir de uma Visão Ampla e Atualizada
O que você vai descobrir aqui:
QUAIS OS SINTOMAS
DADOS E ESTATÍSTICAS
4 POSSÍVEIS CAUSAS E TRATAMENTOS
COMO POSSO TE AJUDAR
Quais os sintomas
Trata-se de uma condição multifatorial, que vai muito além de “tristeza”. Caracteriza-se por uma combinação de sintomas emocionais, cognitivos e físicos.
- Perda de interesse ou prazer em atividades que antes eram significativas.
- Baixa energia e fadiga persistente.
- Alterações no apetite e no peso (tanto aumento quanto perda).
- Dificuldade para dormir (insônia ou sono excessivo).
- Sentimentos de culpa ou inutilidade, muitas vezes acompanhados por autorrecriminação.
- Pensamentos de morte ou suicídio em casos graves.
- Dores físicas crônicas inexplicáveis, que podem estar associadas ao estado emocional.
Dados e Estatísticas
- 280 milhões de pessoas no mundo sofrem de depressão (OMS).
- 700 mil vidas são perdidas anualmente por suicídio, sendo a depressão um dos principais fatores de risco.
- 11,5% da população brasileira sofre de depressão, colocando o Brasil no topo do ranking na América Latina.
- Durante a pandemia de COVID-19, os casos de depressão aumentaram em 25%, especialmente entre jovens e mulheres.
4 Possíveis Causas e Tratamentos
A depressão é causada por uma interação complexa de fatores biológicos, psicológicos e sociais. Compreender suas causas e explorar os tratamentos mais recentes pode ajudar significativamente na recuperação.
1. Inflamação no Cérebro

CAUSA:
Pesquisas apontam que a depressão está frequentemente associada a níveis elevados de inflamação no corpo, inclusive no cérebro. Essa inflamação pode afetar áreas cerebrais como o hipocampo e o córtex pré-frontal, que são fundamentais para a regulação do humor e das emoções.
PORQUE ISSO ACONTECE:
Fatores como estresse crônico, alimentação inadequada, sedentarismo e até infecções podem desencadear uma resposta inflamatória.
TRATAMENTO:
Dieta anti-inflamatória: Alimentos ricos em ômega-3 (salmão, chia, linhaça), antioxidantes (frutas vermelhas, cúrcuma) e fibras são essenciais.
Redução de estresse: Técnicas como mindfulness, meditação e atividades relaxantes ajudam a modular os níveis inflamatórios.
Terapias complementares: Uso de suplementos, como o óleo de peixe, com orientação profissional.
2. Desequilíbrio Hormonal e Intestinal

CAUSA:
O intestino é considerado o “segundo cérebro” porque produz cerca de 90% da serotonina do corpo, o neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar. Disfunções no eixo intestino-cérebro podem comprometer esse equilíbrio, agravando sintomas de depressão.
PORQUE ISSO ACONTECE:
Alimentação pobre em nutrientes ou problemas no processo digestivo, estresse e uso de antibióticos podem desequilibrar o microbioma intestinal.
TRATAMENTO:
Reposição do microbioma: O consumo de probióticos (como kefir e iogurtes naturais) e prebióticos (alimentos ricos em fibras, como aveia e bananas verdes) é fundamental.
Acompanhamento médico-nutricional: Identificar deficiências nutricionais, como falta de vitamina D, magnésio e zinco, e suplementá-las adequadamente.
Psicoterapia integrativa: Ajuda a lidar com os efeitos emocionais do desequilíbrio e a estabelecer novos hábitos.
3. Fatores Genéticos e Ambientais

CAUSA:
A predisposição genética desempenha um papel importante na depressão, mas fatores ambientais, como experiências traumáticas, negligência na infância ou estresse contínuo, frequentemente “ativam” essa predisposição.
PORQUE ISSO ACONTECE:
Os genes podem influenciar a regulação de neurotransmissores como dopamina e serotonina, tornando algumas pessoas mais vulneráveis a alterações no humor.
TRATAMENTO:
Psicoterapia cognitivo-comportamental (TCC): É eficaz para reestruturar pensamentos negativos e ensinar estratégias de enfrentamento.
Técnicas de liberação emocional: Métodos como as Barras de Access ajudam a processar e liberar traumas emocionais profundamente enraizados.
Estímulos sociais positivos: Conexões interpessoais saudáveis e participação em atividades grupais favorecem a sensação de pertencimento e segurança.
4. Ausência de Novas Conexões Cerebrais

CAUSA:
A neuroplasticidade, ou a capacidade do cérebro de criar e reorganizar conexões neurais, é reduzida na depressão. Isso dificulta a adaptação a novas experiências e a superação de padrões negativos.
PORQUE ISSO ACONTECE:
Estresse crônico, envelhecimento e falta de estímulos intelectuais ou emocionais podem prejudicar a formação de novas conexões cerebrais.
TRATAMENTO:
Estimulação Magnética Transcraniana (TMS): Técnica não invasiva que estimula áreas cerebrais relacionadas ao humor. Estudos mostram resultados positivos em pacientes com depressão resistente a medicamentos. Práticas que incentivam a neuroplasticidade: Aprender novas habilidades, praticar exercícios mentais, como meditação, e explorar ambientes estimulantes ajudam a restaurar a capacidade do cérebro de se renovar.
Atividade física: Exercícios aeróbicos, como caminhada, corrida ou dança, também estimulam a produção de novos neurônios.
Em casos mais graves, o acompanhamento médico, como o tratamento psiquiátrico, é essencial para estabilizar os sintomas. A integração entre a psiquiatria e a psicoterapia proporciona resultados mais eficazes, abordando tanto os aspectos emocionais quanto os biológicos da depressão.
Como posso te ajudar

Sou a Letícia Andrade, Psicoterapeuta que utiliza um método de trabalho integrativo desenvolvido a partir de conhecimentos milenares e atuais para direcionar e potencializar sua jornada de autoconhecimento e cura através de diferentes estímulos da psicologia, terapias, ferramentas quânticas e equipamentos neurológicos de alta tecnologia da Medicina Alternativa.
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